"Dai-me cem pregadores que nada temam senão o pecado, e nada desejam senão a Deus, e não me importaria se fossem clérigos ou leigos. Com eles eu sacudiria as portas do inferno e estabeleceria o Reino de Deus na terra."


John Wesley

30 de set de 2009

Enterradas Vivas - Crianças são enterradas vivas em Tribos Indígenas




Este vídeo contém cenas fortes, mas necessárias




Eu não posso me calar diante de um problema que acontece em nosso País, crianças morrendo por nascerem com problemas físicos ou quando nascem gêmeos.

Não posso me calar, esta luta não é apenas minha, mas é nossa. Ao me deparar com a história de uma pequena indiazinha, Hakani, não pude conter a vontade por lutar pela vida das crianças indígenas. Tenho certeza de que você também vai ficar mobilizado por defender a vida destas crianças quando assistir e ler a história de HAKANI.

Você pode imaginar o que é ser enterrado vivo?

Se não, leia este artigo feito por pessoas que estão ligadas diretamente a luta contra o infanticídio indígena e assista o filme, onde mostra as crianças sendo enterradas vivas, assista a história de Hakani - o video acima apenas traz um pouco deste documentário.

Alguns ainda lutam para que esta prática continue viva no meio de algumas tribos defendendo a cultura indígena, mas será que podemos cruzar os braços e deixar com que os índios matem suas crianças apenas por nascerem com problemas físicos ou pelo nascimento de gêmeos?


HAKANI, Uma menina chamada sorriso

Hakani nasceu em 1995, filha de uma índia suruwaha. Seu nome significa sorriso e seu rosto estava sempre iluminado por um sorriso radiante e contagioso. Nos primeiros dois anos de sua vida ela não se desenvolveu como as outras crianças – não aprendeu a andar nem a falar. Seu povo percebeu e começou a pressionar seus pais para matá-la. Seus pais, incapazes de sacrificá-la, preferiram se suicidar, deixando Hakani e seus 4 irmãos órfãos.

A responsabilidade de sacrificar Hakani agora era de seu irmão mais velho. Ele levou-a até a capoeira ao redor da maloca e a enterrou, ainda viva, numa cova rasa. O choro abafado de Hakani podia ser ouvido enquanto ela estava sufocada debaixo da terra.

Em muitos casos, o choro sufocado da criança continua por horas até cair finalmente um profundo silêcio – o silêncio da morte. Mas para Hakani, esse profundo silêncio nunca chegou. Alguém ouviu seu choro, arrancou-a do túmulo, e colocou nas mãos de seu avô, que por sua vez levou-a para sua rede. Mas, como membro mais velho da família, ele sabia muito bem o que a tradição esperava dele.

O avô de Hakani tomou seu arco e flecha e apontou para ela. A flechada errou o coração, mas perfurou seu ombro. Logo em seguida, tomado por culpa e remorso, ele atentou contra a própria vida, ingerindo uma porção do venenoso timbó. Para Hakani, ainda não era a hora de cair o profundo silêncio; mais uma vez ela sobreviveu.

Hakani, tinha apenas dois anos e meio de idade e passou a viver como se fosse uma amaldiçoada. Por três anos ela sobreviveu bebendo água de chuva, cascas de árvore, folhas, insetos, a ocasionalmente algum resto de comida que seu irmão conseguia para ela. Além do abandono, ela era física e emocionalmente agredida. Com o passar do tempo Hakani foi perdendo seu sorrido radiante e toda sua expressão facial. Mesmo assim o profundo silêncio não caiu sobre ela.

Finalmente foi resgatada por um de seus irmãos, que a levou até a casa de um casal de missionários que por mais de 20 anos trabalhava com povo suruwahá.

Esse casal logo percebeu que Hakani estava terrivelmente desnutrida e muito doente. Com cinco anos de idade ela pesava 7 quilos e media apenas 69 centímetros. Eles começaram a cuidar de Hakani como se ela fosse sua própria filha. Eles cuidaram dela por um tempo na floresta, mas sabiam que sem tratamento médico ela morreria. Para salvar sua vida, eles pediram ao governo permissão para levá-la para a cidade.

Em apenas seis meses recebendo amor, cuidados e tratamento médico, Hakani começou a andar e falar. Aquele sorriso radiante voltou a iluminar seu rosto. Em um ano seu peso e sua altura simplesmente dobraram. Hoje Hakani tem 12 anos, adora dançar e desenhar. Sua voz, antes abafada e quase silenciada, hoje canta bem alto – uma voz pela vida.





Leia outras historias


“A mãe mesmo falou pra mim outro dia ‘Poxa! O pessoal enterrou nosso filho, agora nós só estamos com um.’É muito triste, a gente não consegue esquecer.”

Meu filho tinha um irmão gêmeo - Depoimento de Paltu Kamayura




Esse meu filho era gêmeo, tinha dois. Eles enterraram o outro. A enfermeira não me avisou que ela tinha gêmeos. Só na hora que nasceram as crianças, às duas horas da madrugada. Eu estava na minha casa e a minha esposa estava na casa da mãe dela.

Aí, depois que nasceu, a pessoa veio falar prá mim que eram duas crianças. Eu levei um susto, né? Eles me avisaram que iam enterrar as duas. Aí eu falei que não, que eu precisava pegar pelo menos uma delas. Mas a família não queria que eu pegasse nem uma das crianças.

Eu insisti e aí meu pai foi lá para segurar uma das crianças. Eles pegaram uma e enterraram a outra. Hoje a criança está aqui comigo, já tem sete meses, tá gordinho. Quando eles enterram criança, o pai e a mãe sentem falta. Como é meu caso mesmo. Até hoje eu não esqueço ainda. Porque eu estou vendo o menino, o crescimento dele, aí eu penso no outro também, poxa!

Se eu tivesse alguém que me ajudasse, eu poderia criar as duas crianças... eu falo isso. A mãe mesmo falou prá mim outro dia

“Poxa! O pessoal enterrou nosso filho, agora nós só estamos com um.É muito triste, a gente não consegue esquecer. As pessoas que estudam sobre a cultura do índio, como antropólogos e indigenistas, eles pensam que os índios vão viver assim prá sempre, como era antes. Mas hoje já está mudando. Cada vez mais o pensamento dos jovens, da geração de hoje, vai mudando. O meu pensamento mesmo, não é como antes. Não é como o pensamento dos antropólogos que estudaram a cultura, que dizem “deixa ele viver assim, isso é a cultura deles”. Não, porque a cultura não pára, ela anda. "

O pensamento também anda, igualzinho a cultura. Por isso é que hoje a gente está querendo pegar todas essas crianças, até as que têm defeito. Elas são gente, não são animal, não são filho de porco ou de tatu. São gente mesmo, saíram de uma pessoa.

Esse é o meu pensamento. Isso quem vai decidir é a gente mesmo. Somos nós que estamos procurando ajuda para criar essas crianças. Nós estamos procurando apoio, nós temos que conversar entre nós mesmos, aí, através dessa conversa, o governo tem que nos atender.

Muita gente já está procurando ajuda para resolver esse problema. Meu sobrinho mesmo, o Marcelo, ele trabalha na área de saúde. Ele é auxiliar de enfermagem e está indo de aldeia em aldeia, conversando com os caciques.

Ele está conversando, falando para não enterrar mais criança que nasce com deficiência, gêmeos, criança que não tem pai. Não é para enterrar mais. Gêmeos, é para pegar, é para criar, porque se a gente ficar enterrando as crianças, nossa população nunca vai aumentar. Essa é a nossa preocupação hoje.”

Niawi - Enterrado vivo aos 5 anos de idade

Niawi era filho de um dos maiores caçadores da aldeia e irmão de três lindos meninos. Ele era o quarto. Isso fazia da família dele uma família muito especial – quatro filhos homens, que cresceriam e viriam a matar muitas antas para alimentar o povo, assim como fazia seu pai. Mas, para a tristeza da família, ele não se desenvolvia como um menino normal. Aos três anos, ainda não conseguia andar nem falar.

Apesar de ser um menino gordinho e bonito, todos percebiam que tinha alguma coisa errada. A família se sentia cada vez mais envergonhada e infeliz.

O infanticídio não se resume a um número obscuro nos dados estatísticos, a um problema de saúde pública administrado pelos especialistas da área, ou a uma questão cultural debatida por antropólogos.

Várias equipes médicas estiveram na aldeia e viram o estado da criança, mas acharam que nada podia ser feito - afinal, os suruwaha eram índios semi-isolados e os órgãos oficiais achavam que deveria ser evitada qualquer interferência. E retirá-lo da tribo seria considerado uma grave interferência cultural.

A situação de pressão aumentava e o desgosto dos pais se tornou tão insuportável que eles acabaram se suicidando quando Niawi tinha 5 anos. Toda a comunidade chorou muito a perda do grande caçador e de sua esposa.

Foram longos dias de luto e de canto ritual. Quando terminaram os rituais fúnebres, o irmão mais velho de Niawi lhe deu vários golpes na cabeça até que ele desmaiasse.

Depois disso, segundo relatos dos familiares, Niawi foi enterrado ainda vivo numa cova rasa perto da maloca.

Algumas mulheres jovens da tribo, chocadas mas incapazes de reagir, ficaram paradas ao redor da cova improvisada. Ficaram ali ouvindo o choro abafado do menino até que esse choro se transformasse em um profundo silêncio. Um silêncio que continua até hoje.


Meu nome é Edson Bakairi, e eu sou um sobrevivente

Quando chegou o momento de dar à luz, minha mãe sentiu as dores e foi sozinha para um lugar afastado no mato com a intenção de me matar. Tão logo eu saí de suas entranhas ela tentou me sufocar, mas como estava muito fraca não conseguiu. Ela tentou então me pendurar com cipó mas também não conseguiu, e acabou me abandonando no mato.

Chegando em casa, ela disse para minhas irmãs mais velhas, que na época teriam entre 9 e 11 anos, para enterrar a criança que estava no mato.

Disse que se estivesse vivo era para matar e enterrar para que meu pai não soubesse do nascimento. Elas saíram na direção que minha mãe tinha apontado. Quando chegaram no local me encontraram coberto de sangue, todo sujo de terra e insetos sobrevoando. Já havia até insetos na boca e nariz, mas eu estava me mexendo.

Minhas irmãs estavam apavoradas e confusas. Lúcia, a mais velha, estava decidida a me matar e enterrar por temor da reação do pai, mas a Maria, minha outra irmã, compadecida, não permitiu e a convenceu com o argumento de que sendo um menino eu poderia ser útil.

Então pegaram-me e levaram-me para casa, lá cortaram o cordão umbilical com tesoura de costura, limparam-me, cortaram suas saias e me enrolaram, socaram arroz no pilão para fazer leite de arroz e me alimentaram.

Depois levaram-me para a minha mãe e disseram-lhe que quando fui encontrado ainda estava me mexendo, sentiram dó, não tiveram coragem de me matar e então decidiram me esconder no mato e cuidar de mim, mesmo colocando suas próprias vidas em risco.

Elas enfrentaram a loucura de meu pai e lutaram para que ele não tirasse minha vida. Bem mais tarde minha mãe se apegou a mim. Aquele filho que ela tentou matar tornou-se o predileto e dono de sua maior afeição.

“Nenhuma criança tem culpa de nascer, todas as crianças têm o direito de viver. A cada criança que morre, morrem com ela o sonho e a esperança de alguém que poderia ser importante para sua comunidade, capaz de produzir mudanças, e reconstruir a história de seu povo.” Edson Bakairi, líder indígena do Mato Grosso.


Entre na luta contra o infanticídio em tribos indígenas

Por Myrian Rosário

Há bem pouco tempo, o Brasil inteiro ficou chocado diante da notícia de que uma menina de cinco anos havia sido morta, atirada pela janela do sexto andar de um prédio, supostamente pelo próprio pai. A violência contra a criança é sempre chocante!

E num país democrático como o nosso, festejamos a existência de leis, como as do Estatuto da Crianças e do Adolescente (ECA), que protegem os nossos pequeninos.

O que muito de nós ignoramos é que, no Brasil, centenas de crianças indígenas são mortas, todos os anos, pelos próprios pais, em nome da tradição, sem que ninguém faça nada para impedir. Para muitos, preservar a cultura dos índios é mais importante do que a própria vida.

As crianças indígenas são sacrificadas, envenenadas ou enterradas vivas, ou mesmo abandonadas, por terem nascido com algum defeito físico, por serem fruto de incesto ou adultério, por serem filhas de mãe solteira ou viúva, gêmeas ou trigêmeas ou mesmo por terem lábio leporino ou terem nascido m posição invertida, ou seja, com os pés antes da cabeça.

No documentário Hakani, que conta a história de uma indiazinha da tribo suruwaha, que foi enterrada viva, salva pelo irmã de nove anos e adotada por missionários, as crianças deficientes são vistas como "pessoas sem alma".

Os índios acreditam que os espíritos maus roubaram as almas dessas crianças e, por isso, muitas delas não conseguem andar nem falar. A tradição diz que a tribo é amaldiçoada pela presença dessas "pessoas sem alma". Assim, o pai é pressionado a enterrar o próprio filho ainda vivo para "cumprir a sua obrigação com a tribo". Detalhe: a criança pode ser enterrada ao nascer ou até os 11 anos de idade. o pai ignora os gritos e pisoteia a terra que cobre o próprio filho. A criança muitas vezes demora horas, sofrendo, até morrer.

Lei pela vidaO Deputado Henrique Afonso (PT-AC) é autor do Projeto de Lei 1057/07, que pretende coibir práticas tradicionais nocivas às crianças indígenas. A proposta, apelidada pelo autor de "Lei Muwaji", em homenagem a uma mulher indígena de coragem. Muwaji Suruwaha deveria ter sacrificado sua filha Iganani, que nasceu com paralisia cerebral.

Essa era a tradição do seu povo. Mas ela se posicionou contra esse costume, enfrentou não só a sua sociedade, mas toda a burocracia da sociedade nacional, para garantir a vida e o tratamento médico de sua filha.

A Lei Muwaji, se for aprovada, vai garantir que os direitos das crianças indígenas sejam protegidos com prioridade absoluta, como preconiza a Constituição Brasileira, o ECA e todos os acordos internacionais de Direitos Humanos, dos quais o Brasil é signatário. Mas o projeto tem enfrentado desinteresse e até oposição de parlamentares.

O texto obriga qualquer pessoa com conhecimento de casos que coloquem em risco a vida de crianças indígenas a comunicar o fato à Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e à Fundação Nacional do Índio (Funai).

O fato também deve ser informado ao conselho tutelar da criança da respectiva localidade ou, na falta dele, à autoridade judiciária e policial. A pena para a pessoa ou autoridade pública que se omitir será de seis meses a um ano de prisão, além de multa.

Segundo a proposta, caberá às autoridades responsáveis pela proteção da infância promover o diálogo e fazer gestões junto à tribo, para tentar impedir a prática tradicional que coloque em risco a vida ou a saúde da criança. O projeto também defende a adoção de medidas para tentar erradicar as práticas tradicionais nocivas, sempre por meio do diálogo e da adoção de métodos educativos.

Henrique Afonso lembra que a Convenção sobre os Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas (ONU), assinada pelo Brasil, reconhece o direito à vida como inerente a toda criança e afirma "a prevalência do direito à saúde da criança no conflito com as práticas tradicionais".

Ele também cita resolução da Assembléia-Geral da ONU, chamada de "Um mundo para as crianças", que estabelece como princípio colocar as crianças em primeiro lugar.

Em resposta ao argumento de que o artigo 231 da Constituição reconhece "os costumes e tradições aos indígenas", o deputado lembra que o próprio texto constitucional, em seu artigo 227, garante o direito à vida e à saúde a todas as crianças. "É necessário que o artigo 231 seja interpretado à luz de todos os demais artigos, bem como o artigo quinto sobre os direitos fundamentais da Constituição, o qual norteia todo o ordenamento jurídico nacional", disse.

O projeto será analisado pelas comissões de Direitos Humanos e Minorias; e Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de ser votado pelo Plenário. Vale lembrar que a "Lei Muwaji" está parada há mais de um ano sem ser votada.

Se você se sentiu sensibilizado e quer entrar na luta contra o infanticídio nas tribos indígenas escreva uma mensagem curta exigindo que a lei seja votada pela Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. Coloque na carta seu nome, sua cidade e o número de sua identidade.


O texto também pode servir como base para um abaixo-assinado com a participação dos membros da sua igreja. Envie para:


Presidente da Câmara dos Deputados

ARLINDO CHINAGLIA - e-mail: dep.arlindochinaglia@camara.gov.br


Presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados

POMPEO DE MATTOS - E-mail: dep.pompeodemattos@camara.gov.br


Relatora do Projeto de Lei 1057

JANETE ROCHA PIETÁ - E-mail: dep.janeterochapieta@camara.gov.br


Ministro da Justiça

TARSO GENRO

E-mail: gabinetemj@mj.gov.br


Comissão de Direitos Humanos.

http://www2.camara.gov.br/comissoes/cdhm/membros.html


Deputados federais do seu estado.

http://www2.camara.gov.br/deputados


Para assistir ao documentário Hakani, acesse www.atini.org.

5 comentários:

  1. sem maiores comentários: TERRÍVEL!!!
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    Tem novo post em:
    http://silvinhamrr.wordpress.com/
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  2. Meus Deus, e ate quando isso vai continuar aqui e facil deixar pra la as coisas que nos nao estamos vendo diariamente acontecer,coisas que acontecem longe de nossos olhos, mas ate quando vamos deixar que vidas sejam tiradas de formas tao desumanas e cruieis?Mas so nossa dor e indignaçao nao bastam Mas oque fazer?

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  3. ISSO É UM ABSURDO...ESTOU INDIGNADA...QUE TRADIÇÃO MISERAVEL É ESSA?PRECISAMOS FAZER ALGO POIS TEM NA PALAVRA QUE O SENHOR NOS DEU O FÔLEGO DE VIDA E SÓ ELE TEM O DIREITO DE TIRA-LA...ENTÃO TEMOS QUE VER ESSAS CRIANÇAS SEREM ENTARRADAS VIVAS,SOFRENDO ORRORES EM NOME DA TRADIÇÃO?
    ESSE POVO QUER FAZER O PAPALE DE DEUS?
    MISERICORDIA....TRISTEZA PROFUNDAAAA......

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  4. Indio reivindica tudo, portanto, tem que se enquadrar nas leis, quando estiverem errados. Esse absurdo não poder continuar acontecendo.

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  5. Cadê a FUNAI não poderia também preservar a vida de tantos índios para que houvesse um aumento nas tribos?

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