"Dai-me cem pregadores que nada temam senão o pecado, e nada desejam senão a Deus, e não me importaria se fossem clérigos ou leigos. Com eles eu sacudiria as portas do inferno e estabeleceria o Reino de Deus na terra."


John Wesley

30 de mai de 2009

Os Evangélicos - Série Completa no Jornal Nacional

Com lágrimas nos olhos neste momento, pois acabo de assistir ininterruptamente os quatro videos da série "Os Evangélicos", exibida nesta semana no Jornal Nacional, da Rede Globo de televisão.
Apesar de alguns equívocos históricos e doutrinarios, como a inclusão dos batistas entre os grupos pentecostais e a menção dos adventistas como evangélicos, a série conseguiu retratar a exceção que devia ser a regra: a igreja que, apesar do secularismo so seu redor, continua sendo o sal da terra e a luz do mundo.
Para você que não assistiu, ou que deseja rever a série completa, o Influenciando Gerações tem o prazer de dosponibilizar os quatro vídeos juntos, para a sua apreciação:









26 de mai de 2009

Rio Jordão pode secar para o desespero de alguns cristãos


Ao viajar pela internet, uma notícia despertou a minha curiosidade: O Rio Jordão pode secar. Mas que estranho!
Um rio que foi palco de grandes momentos bíblicos como o batismo de Jesus, mas também um local onde cristão do mundo todo se batiza pela primeira vez, outros pela segunda, terceira, décima, vigésima e quantas vezes forem a Israel.
Eu não sei, mas eu deixo uma pergunta para você: Será que a seca do Jordão não seja um basta de Deus na idolatria evangélica e católica ?
Existem grupos que fazem o passeio turístico, não existe problema algum nisso, mas outros já idolatram alguns pontos de Israel e o Jordão não fica de fora deste momento de veneração.
Esta atitude não é diferente do mulçumano que diz que todo mulçumano que se preza deve ir para Meca uma vez na vida, se não, irá ir para o mármore do Inferno.
Para alguns, viajar para Israel virou Romaria e para outros o batismo no Jordão virou crisma.
Podemos até pensar que se batizar no Jordão virou um momento turístico, isto é tão visível que o pessoal que ganha com o turismo já está se mobilizando.
O Governo Jordaniano já está preocupado com esta situação e já convoca os especialistas para evitar que isto aconteça. Eles já estão organizando algumas mudanças no local, vão construir duas igrejas cristãs para valorizar o “sagrado” do local.
Eu ainda penso que a idolatria evangélica pode estar com os dias contados. É uma pena dizer isso, mas se a seca do Jordão leva a idolatria cristã para longe, que assim seja.
Deus abençoe
Obs: Leia abaixo a notícia sobre o Jordão
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Importante ponto histórico e religioso, Rio Jordão corre o risco de desaparecer
Um pequeno riacho separa uma plataforma (usada por turistas que visitam a Jordânia) de uma construção imponente e nova com uma grande bandeira de Israel tremulando ao alto. Apesar de estar cada vez mais reduzido e de parecer um córrego de menos de três metros de largura em alguns pontos, o Rio Jordão separa os dois países do Oriente Médio, e tem importância estratégica, religiosa e histórica para ambos os lados.
Tanto que o local é ponto de visita do Papa Bento XVI, que encerrou domingo (10) a primeira parte da sua primeira visita ao Oriente Médio visitando o local reconhecido pelo Vaticano como ponto de batismo de Jesus, no rio Jordão. O ponto exato onde Jesus teria sido batizado, entretanto, não fica mais exatamente no rio, mas um pouco ao lado, numa área que atualmente é seca, e que tinha uma grande poça de água de chuva sendo drenada.
Na beira do rio, em uma pequena construção guardada por soldados dos dois lados da fronteira, há uma pequeno recipiente em que a água pode ser recolhida pelos visitantes. Caso prefira, também se pode recolher água direto do pequeno rio, descendo até ele. Visitantes mais relilgiosos podem ir além, e repetir o ritual do batismo mergulhando por completo no rio. Um pequeno grupo de cristãos ortodoxos faz o ritual, considerado purificador. Local é reconhecido pelo Vaticano como ponto do batismo de Jesus Potencial . O rio que já foi navegável perdeu sua força e foi diminuindo por uma série de fatores, alguns naturais, como o aquecimento global, e outros humanos, por conta de desvios em suas partes e de outros rios ligados a ele. Hoje tem seu valor histórico, mas chega a correr o risco de desaparecer completamente em poucas décadas.
Interessado no atrativo para o turismo religioso, o governo jordaniano está discutindo investimentos para evitar que ele continue a diminuir. Junto à Igreja, a Jordânia está organizando algumas mudanças no local, incluindo a construção de duas igrejas cristãs, que vão valorizar a importância sagrada do local.
Fonte: Site Melodia

POVO METODISTA / Pedra Azul-MG

MOMENTO RECORDAÇÃO...

Ai que saudades desse tempo...

20 de mai de 2009

Soldado Ferido - Uma Homenagem a um Grande Amigo...

"A pior coisa da vida não é a morte, mas as coisas que morrem dentro de nós enquanto vivemos."

19 de mai de 2009

Mais uma vez obrigada Letícia Magalhães!

Pessoal! Mais uma vez quero compartilhar com vocês o e-mail especialíssimo que recebi esta noite da minha mana Letícia que tem sido canal da palavra de Deus em minha vida...
Leti, suas palavras são edificadoras!

O Senhor diz a você:

"Eu" estou contigo.
Não temas, crê somente!
"Eu" não...
não a chamei para contar ou enumerar as lutas do caminho, mas te ungir para superar a todas elas!
"Eu" não te disse que você venceria algumas e seria derrotada em outras, mas que em todas elas você seria."mais do que vencedora."

NÃO TEMAS DEUS ESTÁ CONTIGO!
Com carinho
Letícia Magalhães
OBRIGADA SENHOR!
Tu és fiel Senhor, eu sei que Tu és fiel...

18 de mai de 2009

Obrigada Letícia Magalhães!

Hoje recebi este e-mail de uma amiga e quero compartilhá-lo com vocês. DEUS falou profundamente ao meu coração. Tenho vivido momentos difíceis, mas sei que as misericórdias do Senhor se renovam a cada manhã, Ele tem cuidado de mim... Às vezes somos machucados para podermos crescer e avançar um pouco mais... Porque, que outra forma de sabermos como enfrentar o que virá? E ainda que tanta dor, nesses momentos possa ser tão cruel, DEUS NÃO ME DEIXARÁ PERMANECER ASSIM MAIS TEMPO DO QUE POSSO SUPORTAR...
Assim diz o Senhor:
Quando tu, não tiver mais forças pra orar
SUSSURRE
Quando não tiver forças para CLAMAR
Use teu gemido, Deus INTERPRETA
Quando achar que não suportará as lutas
INSISTA
Quando o MEDO tentar te fazer afogar
CREIA
Quando não conseguir parar de chorar
EXTRAVASE
É bom chorar na presença de DEUS.
Quando pensar que não vais aguentar
Relembre as PROMESSAS de DEUS para tua vida.
Quando não puder VOAR
SALTE
Quando não puder SALTAR
CORRA
Quando nao puder CORRER
ANDE
Quando não puder ANDAR
ARRASTE-SE
Mas não DESISTA nunca de chegar ao LUGAR onde estás destinada ir
E esse Lugar é a TERRA DAS PROMESSAS.
Se há GIGANTES para te assutar.
Não Temas DEUS porá o GIGANTE por terra e te fará TRIUNFAR!!!
Receba a VITORIA em nome de JESUS!
COM MUITO AMOR:
LETICIA MAGALHÃES!!
ELE É FIEL SEMPRE, TE AMO JESUS, AMADO DA MINHALMA... MEU BEM QUERER....

17 de mai de 2009

John Wesley e o Movimento Metodista

"Se teu coração é como meu, dá-me tua mão." - John Wesley

Imagine um país numa profunda crise social, operários e mineiros trabalhando 16 horas por dia por um salário de fome.

Imagine milhares de crianças em idade escolar, trabalhando e morrendo de chagas e frio.
Imagine, por outro lado, uma casta de nobres a quem se outorgou o poder sobre os meios de produção e sobre seres humanos...e sobre todos esses, o poder de conceder e privar todos os seres viventes dos meios de subsistência: direito único do Rei...

Nesse contexto foi que surgiu o Movimento Metodista. Deu-se na Inglaterra, no começo do século XVIII, quando um grupo de estudantes da Universidade de Oxford, sob a liderança dos irmãos e professores John e Carlos Wesley, passaram a se reunir para o cultivo da piedade cristã, através da leitura da Bíblia, da prática da oração, do jejum, da visita aos presos e aos enfermos. João Wesley iniciou o Metodismo com o intuito de fortalecer e renovar o espírito cristão daqueles que comungavam junto à religião oficial Anglicana. Esse grupo, conhecido inicialmente como "Clube Santo", marcou sua identidade pelo método: dias fixos para praticar o jejum, hora certa para a leitura da Bíblia e oração, dia de visitar os presos, etc...Por causa dessa organização, esse grupo foi "apelidado" de Metodistas, quer dizer, aqueles que têm método.

Profundamente comprometido com os fundamentos da fé Cristã, John Wesley dedicou todos os dias de sua vida aos estudos da Bíblia, relacionando-os a sua própria experiência com Cristo. Por isso sua teologia é uma experiência de Deus, antes de um "entendimento" deste. Para ele o amor e a misericórdia são inseparáveis do viver santo.

"O evangelho de Cristo não conhece religião, que não seja religião social; Não conhece santidade, que não seja santidade social.". (John Wesley)

John Wesley tentou sempre vivenciar na prática o que dizia. Esse compromisso o levou a renunciar aos poucos trocados que tinha para se aquecer no inverno, visando pagar uma professora que educava crianças de rua.

John Wesley registrou em seu diário, na data de 24 de maio de 1738, a experiência religiosa de ter seu coração estranhamente aquecido, ou seja, uma manifestação emocional sinalizadora de sua comunhão com Deus. Essa data tem servido como referência para os metodistas, em geral, por demonstrar que a integração entre religiosidade individual e desenvolvimento de ações concretas na sociedade é entendida como a proposta de Deus para sua Igreja.

O envolvimento do metodismo com as questões relevantes da sociedade é uma marca que o acompanha desde seu início. A humanização dos presídios, o combate à escravidão, a luta por salários dignos para os operários, o fornecimento de ensino básico para as crianças pobres, distinguiram os metodistas quando ocorreu a assim chamada Revolução Industrial, na Inglaterra.

Por ter surgido num ambiente universitário, o metodismo compreendeu cedo a importância de se promover a educação como instrumento para a melhoria da qualidade de vida, tanto do indivíduo quanto da sociedade. Assim é que, em 1748, John Wesley fundou a Kingswood School, que foi a primeira expressão formal metodista de seu cuidado por atender às necessidades educacionais das crianças.

Várias famílias que se instalaram nas 13 Colônias da América do Norte, levaram os valores do metodismo para a terra que veio a ser os Estados Unidos da América. Quando estes conquistaram a sua independência política, acharam por bem se desvincular também da chefia religiosa exercida pelo monarca britânico. Assim foi criada a Igreja Metodista Episcopal, em 1784. Na Inglaterra, somente após a morte de John Wesley, o metodismo se constituiu como denominação independente em relação à Igreja Anglicana.

Os primeiros metodistas que vieram ao Brasil foram os missionários norte americanos Fountain Pitts, em 1835, e Justin Spaulding, em 1836. No entanto, essa primeira tentativa de estabelecimento em terras brasileiras não foi coroada de sucesso. Apenas a partir de 1867, novos missionários foram enviados, marcando uma nova época e a certeza de que o metodismo veio para ficar. Escolas passaram a ser criadas. Primeiramente em Piracicaba - SP, depois em Juiz de Fora - MG, Rio de Janeiro - RJ, e em várias cidades do Rio Grande do Sul, pelo Brasil a fora, enfim. A compreensão daqueles homens e mulheres era que, pela via da educação, o metodismo estaria contribuindo para a formação das elites brasileiras. Estas, por sua vez, estenderiam aquela influência a outras parcelas da sociedade.

No dia 24 de maio se comemora o Dia do Metodismo Mundial em alusão a experiência religiosa de John Wesley que aconteceu na Rua Aldersgate, em Londres quando ele sentiu o "coração estranhamente aquecido". Certamente a emoção fez parte dessa experiência, nesse momento, segundo ele, houve uma íntima ligação entre sua experiência religiosa e a sua doutrina.

Daquele tempo pra cá o Movimento (hoje Igreja) Metodista cresceu ao redor do mundo, sua doutrina está mais próxima do coração e sua ação nutre-se na certeza da salvação. Sua mensagem vem da comunhão de todos os corações e vai, junto ao Evangelho, trabalhar para a construção do Reino de Deus.

12 de mai de 2009

WESLEY E AS MANIFESTAÇÕES DO ESPÍRITO SANTO NO METODISMO PRIMITIVO.

Wesley anota em seu Jornal, em 13 de fevereiro de 1760, um relato extraordinário. Um grupo de mais ou menos 30 pessoas se reuniu em Otley, às 8 horas da noite, para, como de costume, orar, cantar hinos e “estimular uns aos outros no amor e nas boas obras” (Hb 10, 24, um dos versículos favoritos de Jonh Wesley). Finda a oração, algumas pessoas, entre suspiros e gemidos, se queixaram da carga sentida pelo pecado que ainda tinham.
Depois da reunião, a maioria continuou ainda de joelhos, gemendo e suspirando pelas grandes e preciosas promessas de DEUS. Um dos participantes nem bem começou sua oração, quando o “Espírito Santo foi derramado sobre cada um deles, com gemidos que não podiam ser expressos”. Estalaram de todos os lados prantos fortes e ardentes, não havendo dúvida alguma a respeito do favor de DEUS. Só lhes restava permanecer ali, aguardando a ação purificadora do Espírito Santo. Um deles gritou em meio à agonia: “Senhor, livra-me de minha natureza pecaminosa”. Em seguida, bradou um segundo, um terceiro e um quarto, ao passo que o primeiro clamava: “DEUS de Abraão, de Isaque, de Jacó, escuta nos por causa de Teu Filho Jesus Cristo”. Outro disse: “Bendito seja, Senhor Deus, para sempre, porque limpou meu coração. Louva ao Senhor, minha alma. Todas as minhas estranhas louvem o Teu santo nome”. E ainda outro: “Agarro-me a Ti com mãos tremendo, mas não Te deixarei ir”, afirmando pouco depois: “Louvem o Senhor comigo, porque Ele limpou o meu coração do pecado”. Mais um exclamou: “Estou amarrado sobre o fogo do inferno por um fio muito delgado”.
O grupo continuou ali por mais de duas horas, uns louvando e magnificando a Deus, outros clamando por perdão ou pela pureza de coração, com a mais profunda agonia de espírito. Na manha seguinte, voltaram a se reunir e o Senhor esteve novamente presente para sarar os quebrantados de coração. Um recebeu a remissão dos pecados e três creram que Deus os limpou de suas faltas.
Wesley conta a experiência crendo firmemente que a ação de Deus naquele lugar e na vida daquelas pessoas foi uma ação legitima. Foi lá conhecer o grupo, ouviu os relatos, reconheceu que eram pessoas simples, pobres na maioria analfabetos e incapazes de falsear os fatos. Para ele, foi fácil perceber que o lugar e as pessoas haviam recebido a visitação do Espírito Santo de Deus.
18 de Janeiro - Os frutos não nascem sozinhos
Em janeiro de 1762 John Wesley vai à Irlanda. Depois de passar alguns anos em Dublin, dirige-se à Newry encontra a sociedade metodista em situação muito precária. As ofensas e brigas haviam despedaçado a sociedade. Do grupo de mais de cem pessoas, sobravam apenas 32. No culto de quarta-feira à noite poucos participaram. A chuva tinha afugentado os ouvintes curiosos e, depois do sermão, organizou o ágape, a festa do amor. Apesar do grupo pequeno, foi uma experiência maravilhosa.

Wesley assinou que Deus derramou seu espírito com abundância. Muitos saíram cheios de consolação, particularmente alguns vindos de Lisburn, a mais de 32 quilômetros de distância, para participar do culto. Uma jovem de dezesseis anos de idade passou por uma experiência muito bonita. Deus restaurou a luz da sua face e lhe deu clara evidência de seu amor. Tudo ocorreu de forma tão extraordinária que a sua alma parecia ser toda amor.

Por que o trabalho metodista na Escócia estaria passando por aquelas dificuldades? Meses depois, em julho, ele se dirigiu até Portarlington, onde havia uma sociedade pobre e morta. Não poderia ser diferente, pois seus pregadores se fechavam em um quarto com 20 a 30 ouvintes. Achavam que o trabalho pastoral consistia em cuidar apenas de um grupinho. Para que houvesse crescimento na obra, seria necessário muito trabalho. Os frutos não nascem sozinhos. È preciso trabalhadores que lancem as sementes, que as plantem.

Incomodado com aquela situação, Wesley dirigiu-se diretamente ao mercado da cidade. Ali, bem no centro, ele proclamou com voz forte e segura: “Eis que o semeador saiu a semear” (Mt 13,3). Com coragem e determinação, proclamou a Palavra de Deus e uma verdadeira multidão o rodeou. Na manhã seguinte, às 5 horas, o salão metodista estava repleto de pessoas, totalizando mais que o dobro de sua capacidade. Às 8 horas, ele retornou ao mercado e pregou sobre o texto “Como te deixaria, ó Efraim? Como te entregaria, ó Israel?” (Os 11,8). Solenemente, a multidão escutou a proclamação da Palavra de Deus. Muitos atenderam ao chamado e se converteram ao Senhor.

12 de março – Ação do Espírito Santo

Algumas manifestações diferentes começaram a ocorrer durante as pregações de John Wesley: pessoas gritavam, levantavam os braços, caíam ao solo e choravam. Na primeira semana de março de 1742. Ele esteve pregando na região norte de Kingswood. Dia 12, avaliando seu trabalho, conversando sobre todos os casos, cuidadosamente, e se certificando da procedência das pessoas envolvidas com aquelas manifestações, concluiu que:

1. todas elas tinham perfeita saúde e nunca haviam sofrido convulsão de nenhuma natureza;

2. as ocorrências se deram de forma imprevista, sem aviso, quando as pessoas escutavam a Palavra de Deus ou refletiam sobre o que tinham ouvido;

3. no momento em que caíram no chão, elas perderam as forças e se viram, cada uma a seu modo, tomadas de forte dor, expressa de maneiras diversas: uma espada atravessando o corpo, um grande peso comprimindo-as contra a terra, uma tal asfixia que as impedia de respirar, um inchaço no coração prestes a rebentá-lo e a sensação de que o coração, as entranhas e o corpo todo estivessem sendo despedaçados. Desse modo, os sintomas observados não podiam ser creditados a qualquer causa natural, mas ao Espírito de Deus. Wesley não podia duvidar que Satanás estivesse despedaçando aqueles que se aproximavam de Cristo.

Ainda naquele ano, ele comentou, em seu Journal (30/dez), certas manifestações ocorridas nos cultos, tendo examinado meticulosamente todos os casos. Alguns não eram capazes de descrever o que lhe acontecia, apenas que, a certa altura do culto, se viam caídos no chão, gritando e sem controle do que falavam. Wesley estava convencido de que aquilo tudo era obra de Deus e, portanto, não cabia nenhuma repreensão: “Que sabedoria é essa que se atreve a repreender essas pessoas, dizendo que devem permanecer silenciosas? De modo algum! Deixem que clamem por Jesus de Nazaré até que Ele responda ‘Tua fé te salvou”’.

18 de março - Avivamento Necessário

O Journal (18/mar./1761) de John Wesley descreve uma porção de acontecimentos importantes, confirmando a maravilhosa ação de Deus em Wednesbury.
Em conversa com vários moradores, ávidos por testemunhar a realização de Deus em suas vidas, Wesley concluiu que ocorria ali um avivamento semelhante ao da cidade de Londres. Ficou muito feliz ao reconhecer que o movimento metodista produzia frutos admiráveis em todos os cantos e tinha motivos de sobra para esperar que tais sinais significavam apenas o início de uma grande obra.
Em todos os cultos, havia libertação. No de domingo de manhã, um prisioneiro de Satanás foi posto em completa liberdade durante o sermão. No sábado à noite, outro se derramou e aceitou Jesus Cristo. Diversos receberam o perdão de seus pecados. Na segunda e na quarta, pessoas creram que “o sangue de Jesus Cristo os limpou de todos os pecados” (1 Jo 1,7). Naquela quarta-feira, 18 de março, a graça misericordiosa de Deus esteve presente e muitos suplicaram: “Senhor, se quiseres, podes purificar-me” e ouviram resposta idêntica àquela oferecida por Cristo ao leproso: “Quero, sê limpo!” (Mt 8,3). Muito feliz ao verificar que o Senhor honrava o seu ministério, Wesley disse: “A presença de Deus foi tão maravilhosa até a meia-noite, como se tivesse curado toda a congregação”.
3 de abril – Deus Continua Agindo
Às 9 horas da manhã de 3 abril de 1764, Wesley pregou em Scotter, povoado situado um pouco mais de 10 quilômetros a leste de Epworth. Assim que iniciou o sermão, surgiu uma chama do Espírito Santo e muitos se convenceram de seus pecados quase imediatamente, sendo justificados.
Muitos adversários do evangelho, incitados por um homem maldoso, que afirmava não haver lei para os metodistas, organizaram motins e tumultos, visando a atrapalhar o trabalho de Wesley. As confusões só terminaram quando um juiz daquela comunidade, procurando por Wesley, acatou a causa e impediu a atividade dos baderneiros, que ficaram mansos como ovelhas.
Após o trabalho em Scotter, Wesley se dirigiu a Grimsby, povoado antes extremamente indiferente ao Evangelho, mas agora transformado no mais vivo e atuante da região. Ele ficou muito feliz com a descoberta do grande e rápido aumento na sociedade. Havia uma multidão na casa de reuniões e, mesmo com o acréscimo das galerias, o espaço não era suficiente para tanta gente. Wesley falou sobre a natureza da perfeição cristã, que muitos indecisos quanto a doutrina passaram a ficar completamente satisfeitos. A questão segundo ele é experimentar o que se crê. No culto da noite, todos os líderes do povoado estavam presentes e viram a ação maravilhosa do Espírito Santo. Alguns participantes caíram ao chão como mortos e, logo depois, se alegraram com gozo inefável (1 Pd 1,8). Uma mulher foi acometida por violentos ataques. Depois do culto, Wesley foi visitá-la e a viu em tremendas convulsões dos pés a cabeça e tremedeiras espantosas. Na manhã seguinte, ela já se encontrava plenamente liberta, reconhecendo a bondade e a misericórdia de Deus.
4 de abril - Evitando Falsas Ilusões
Wesley não se iludia com certas manifestações durante os cultos. No dia 4 de abril de 1748, em Holyhead, no país de Gales, ele pregou para uma assistência numerosa. O culto foi bastante inspirado e grande parte da congregação derramou-se em lágrimas, comovida e desejosa de alcançar a salvação.
O que, para muitos pastores, poderia ser compreendido como um trabalho evangelístico de sucesso, para Wesley, exigia uma avaliação mais serena e cuidadosa. Apesar de todas as mostras visíveis de aquela comunidade estar preparada para a obra do Senhor, Wesley se mostrou reticente, achando que muito trabalho havia a ser feito. Muitos o procuraram desejosos de contar as suas experiências. Tudo bem bonito, um sucesso, mas Wesley sabia ser apenas o inicio da caminhada. Início promissor é verdade, no entanto, achava que quando “as águas se esparramam demais, não são profundas”.
Em 11 de maio de 1765, a presença de Wesley é divulgada na cidade de Derry, na Irlanda do Norte. Na manhã seguinte, domingo, às 7 horas, ele pregou, na praça principal, para a maior platéia que já havia visto naquela região. Após o culto, ao ver o entusiasmo das pessoas, ele mais uma vez se mostrou reticente: “As águas se estendem tão largas como em Athlone. Deus permita que sejam igualmente profundas!”.
30 de abril - Valorizando o Jejum
John Wesley aconselhava muitos pastores a seguir o exemplo de Samuel Meggot, que por meio do jejum, conseguira dinamizar um circuito capenga. Com base em Mateus 6, 16 – 18, explica como deve ser o jejum: Em primeiro lugar, é fundamental que se volte exclusivamente ao Senhor e que os nossos olhos estejam sempre fixos Nele. Que nossa intenção seja glorificar nosso Pai que está nos céus, expressar nossa vergonha e dor pelas transgressões cometidas contra Sua santa Lei, aguardar o aumento da graça purificadora, fixar nossos afetos nas coisas do alto, acrescentar seriedade e honestidade às nossas orações, apartar a ira de Deus e obter as grandes e preciosas promessas que Ele nos fez por meio de Jesus Cristo.
É preciso tomar cuidado e evitar que o jejum se converta em prática para alcançar o reconhecimento das pessoas. Contra isso há a admoestação do Senhor: “Quando jejuardes, não vos mostreis contristados como os hipócritas, que desfiguram o rosto com o fim de parecer aos homens que jejuam (Mt 6,16).
Outro risco freqüente é transformar o jejum em obra meritória. Muitos imaginam que, jejuando, se tornam merecedores d alguma coisa. O desejo de estabelecer nossa própria justiça, de procurar a salvação por mérito, e não por graça, é algo profundamente arraigado nos corações humanos. Não devemos imaginar que o mero e formal cumprimento do jejum atrairá inevitavelmente a benção divina. O jejum não é uma armadilha com vista a alcançar algum fruto, por mais honroso e necessário que seja. Também não é uma prova de resistência. A saúde, dom de Deus, deve ser preservada. Qualquer esforço extraordinário, comprometedor da saúde, transforma o jejum em sacrifício, em obra humana.
O jejum é um precioso meio de graça, devendo ser realizado em todas as oportunidades possíveis, acompanhado de ardente oração, do derramamento da alma diante de Deus e da confissão, ao Senhor, dos pecados, necessidades, culpabilidades e desamparos. Que sejam feitas orações por nós mesmos, por nossos irmãos, pelo povo de Deus e por toda humanidade.
Para que o jejum seja completo, é necessário estar associado a obras de misericórdia, como disse o anjo do Senhor a Cornélio, em seu jejum e oração: “Suas orações e suas esmolas elevaram-se para memória diante de Deus” (At 10,4).
28 de maio – O Espírito Santo Continua Agindo
John Wesley copia em seu Jornal (28/mai/1759) páginas do diário de outra pessoa, provavelmente a Sra. Elizabeth Blackwell: O Sr. Blackwell e eu fomos ouvir o Sr. Hicks em wrestlingworth, a seis quilômetros de Everton. Primeiramente, ficamos felizes em saber que Ele havia se entregado completamente ao trabalho de Deus e que o poder de Deus se manifestava sobre seus ouvintes. Enquanto ele pregava, 15 ou 16 ouvintes sentiram as flechas do Senhor, caindo ao chão. Alguns clamaram com força, durante horas, ao passo que os demais permaneciam silenciosos. Pude ver, ao lado, uma menina profundamente convencida do pecado e um menino com 9 ou 10 anos, que, como muitos outros, ao serem levados à casa pastoral, estenderam-se como mortos ou lutavam com todas as forças. Em pouco tempo, seus gritos aumentaram descontroladamente, de modo que o canto mais forte mal podia ser ouvido. Por fim, alguém me chamou para orar e, por algum tempo, todos se acalmaram. Mas o barulho recomeçou. O Sr.Hick orou e, depois dele, o Sr. Berridge. Ainda assim, apesar de alguns terem recebido consolação, outros permaneciam em profunda tristeza.
A luta violenta de muitos na igreja acabou com vários bancos quebrados. É comum as pessoas permanecerem imóveis e depois cair, ao regressar aos seus lares. Alguns foram encontrados estendidos como mortos pelo caminho e nos jardins de Berridge, sem poder caminhar de volta à casa. De Forma geral, noto que poucos anciãos e apenas alguns ricos experimentam essa obra de Deus. Eles geralmente a desprezam ou até se indispõem contra ela. Na verdade, chegando a negar os sacramentos para aqueles membros de sua paróquia que fossem ouvir o Sr. Berrdge. Nenhum desses cavalheiros, nem o Sr. Hicks, nem o Sr. Berrdge, eram eloqüentes, e até pareciam débeis no falar. O Senhor, por este meio, demonstrou claramente que esta é Sua própria obra.
Um dos personagens citados, John Berridge, foi pregador metodista em Everton. Não foi muito tranqüila a relação deles com os irmãos Wesley, especialmente por causa da sua teologia calvinista e da ligação estreita com a condessa de Huntingdon e com George Whitefield. O pomo da discórdia ocorreu em 1760, quando El publicou Collection of Divine Songs, incluindo hinos de Charles Wesley modificados conforme sua teologia calvinista.
FONTE: BARBOSA, José Carlos. Adoro a Sabedoria de Deus. Itinerário de John Wesley o Cavaleiro do Senhor. Piracicaba: Editora UNIMEP, 2002.

11 de mai de 2009

O BRASIL EVANGÉLICO

Notícias
Mundo Evangélico
Disse Jesus: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a todos os homens. (Marcos 16.15)
POR OSÉIAS T.BRANDÃO
Esta ordem foi dada pelo Senhor Jesus, aproximadamente entre os anos 35 e 40. Nesta época, as profecias se cumpriram, Jesus havia morrido!Estavam reunidos os onze discípulos e discutiam as notícias que começavam a chegar. Algumas pessoas afirmavam que tinham visto o Senhor. Provavelmente, um pensamento era comum a todos: Nós seremos os primeiros aos quais o Senhor aparecerá!
Afinal eram os Seus discípulos, andaram com o Senhor em seu ministério. Mas, ocorreu o contrário, e o Mestre mostrou-se primeiro aos pequenos e a estes encarregou de levar a notícia aos discípulos. E quando estes chegaram e anunciaram a boa nova da ressurreição, a primeira reação foi a incredulidade, a dureza, o orgulho tomou conta dos corações e não deram crédito a grande notícia.Jesus apareceu ali no meio deles e os repreendeu por tal situação. E sentado à mesa, conversaram e fez algumas determinações, dentre estas, um mandamento muito importante: (Ide...!)
Observamos que este mandamento tem sido prática no seio das igrejas e os povos tem sido alcançados. No entanto, uma vida santa, separada e uma comunhão verdadeira, real são condições indispensáveis.
A Revista Veja (nº 1758 03/07/02) publicou uma reportagem escrita por José Edward, que mostra-nos o avanço dos evangélicos em nossa pátria, vale realçar que a Revista Veja é um veículo que não possui vínculos com a igreja evangélica, portanto, uma matéria isenta, sem paixões denominacionais.
Veja a transcrição de partes desta reportagem do jornalista José Edward:
O país mais católico do mundo está ficando cada vez mais evangélico. O resultado do censo demográfico no quesito religião, divulgado neste ano, mostra que mais de 15% dos brasileiros ' um rebanho de 26 milhões de pessoas ' são protestantes. É um porcentual cinco vezes maior que em 1940 e o dobro de 1980. Em estados como Rio de Janeiro e Goiás, o índice supera 20% dos habitantes. No Espírito Santo e em Rondônia, os evangélicos passam de um quarto da população. Esse ritmo indica que metade dos brasileiros poderiam estar convertidos em cinco décadas ' um tempo mínimo quando se fala de avanço religioso.
As conseqüências desse crescimento são muitas. Apenas como sinais das alterações a que esse fenômeno pode levar no perfil das famílias brasileiras, vale citar que os evangélicos, mesmo entre os menos escolarizados, têm menor número de filhos que seus vizinhos de outras religiões. Três quartos das mulheres evangélicas casadas usam contraceptivos. Quase 90% dos adeptos de igrejas evangélicas acreditam que a moral sexual do homem e da mulher deve ser igual, e 65% deles preferem casar-se com algum irmão de fé.
Os evangélicos levam a prática da fé a sério. Para começar, muitos evangélicos são convertidos ou seja, escolheram aderir a uma religião por conta própria. Por isso, tendem a se tornar militantes da causa, envolvendo-se nos cultos e nas atividades comunitárias desenvolvidas em torno dos templos que freqüentam. Segundo o Iser, 80% dos evangélicos dizem participar das cerimônias e das obras sociais com regularidade.
A religiões cristãs não-católicas, como as evangélicas, têm sua origem no começo do século XVI, quando um monge alemão chamado Martinho Lutero se insurgiu contra Roma. No ano de 1517, revoltado com a venda de indulgências pelo papa, Lutero escreveu suas famosas 95 teses, que pregou na porta da catedral de Wittenberg. Foi o estopim da Reforma Protestante, que se tornaria uma das mais profundas transformações sócias da história humana. Com o tempo, do tronco protestante antipapal foram brotando dezenas de denominações. As mais importantes dessas subdivisões, a do pentecostalismo, criada pelo pregador negro americano William Joseph Seymour, foi uma explosão de fé. Hoje há mais pentecostais no mundo do que anglicanos, batistas, luteranos e presbiterianos somados.
Ao proliferarem em todas as camadas sociais, os evangélicos estão produzindo mudanças facilmente detectáveis.
Em todas as variantes do protestantismo, é missão do fiel e de seu pastor espalhar a palavra do Senhor. Em resumo, ele deve converter seu semelhante. Na maioria dos casos, quanto pior o currículo ético desse semelhante, maior será o esforço para salva-lo.
No discurso da maioria dos protestantes, a insegurança, a droga, o alcoolismo, a infidelidade, a vida indigna, o desrespeito, a miséria e todos os eventos ruins que podem atingir uma pessoa compõem as faces diversas de um inferno que se experimenta na terra. Numa troca simples, a igreja evangélica propõe que sua ovelha se afaste do mal e siga um código duro de conduta, oferecendo em troca apoio e reconhecimento por seu sucesso na empreitada.

As igrejas evangélicas, sobretudo as do chamado ramos pentecostal, penetram com enorme velocidade e sem nenhuma burocracia nas comunidades carentes e oferecem um modelo ético em regiões que as autoridades esqueceram e às quais a polícia leva mais medo que segurança.

Já existe até uma revista, a Consumidor Cristão, com tiragem de 20.000 exemplares, lida por evangélicos e recheada de anúncios com linguagem e até produtos específicos para esse público.
Somando tudo ' de CDs a bares e instituições de ensino ', o mercador impulsionado pelos protestantes movimentam 3 bilhões de reais por ano e gera pelo menos 2 milhões de empregos. Na área da mídia eletrônica, há um verdadeiro império evangélico país afora. Existem mais de 300 emissoras de rádio evangélicas no Brasil, centenas de sites e pastores dando plantão on-line, na internet.
O Rádio e a TV servem ainda de canal para a transmissão de modelos culturais e de comportamento. Aline Barros, uma cantora de 25 anos, pode ser um nome desconhecido pra quem acompanha as paradas de sucesso. Más já vendeu mais de 1 milhão de CDs de música pop evangélica.
Cassiane, com 3 milhões de discos vendidos, é outra grande estrela do gênero.
Há também um grande investimento em educação. A média de leitura dos evangélicos brasileiros gira em torno de seis livros por ano ' o dobro da média nacional '. As denominações evangélicas administram quase 1.000 escolas no Brasil com uma clientela de 740.000 alunos.

Paradoxalmente, o que mais mudou no Brasil com o crescimento da legião evangélica foi a Igreja Católica. De um lado, surgiu a Renovação Carismática, para revigorar os aspectos místicos e milagrosos da fé. De outro, os padres-cantores saíram atrás de fieis e compradores de CDs. Na mídia, a Igreja fincou uma bandeira em tempo recorde, criando a Rede Vida de rádio e TV, que cobre todo o território nacional. Os resultados, porém, estão longe do esperado. Os católicos falam em crise de vocações. Há sete vezes mais pastores protestantes atuando no Brasil que padres, e na maioria das denominações mais recentes esses ministros são formados em apenas alguns meses. Na prática, eles seguem aquele famoso incentivo: 'Crescei e multiplicai-vos'.
A reportagem realizada pela Revista Veja, focaliza especialmente os números relacionados aos evangélicos (crentes); realmente são animadores e alegra o coração de muitos.
E o Senhor está alegre com esta multidão (26 milhões) de pessoas que declaram-se seus 'seguidores.' A Igreja Evangélica em muitos casos tem nascido ou estão sendo dirigidas como uma empresa com metas definidas, ganhar novos adeptos e abrir templos e usam todos os recursos de marketing para alcançarem tais objetivos.'E o que vemos' Vemos uma igreja de mãos dadas com o mundo, incorporando práticas e costumes comuns aos considerados ímpios. Nas quais, as ordenanças pregadas pelo Senhor, já não ocupam os primeiros lugares na vida de seus fieis. A santidade e a necessidade de viverem separados do mundo, foram maquiadas e a expressão:'não é bem assim!' tem sido usada como nunca!

'Disse Jesus: Se alguém me ama, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada. Quem não me ama, não guarda as minhas palavras...' Jo 14.23
'Não sabeis que sois santuário de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós?' 1Co 3.16

'Não vós ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto, que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão da luz com as trevas?' 2Co 6.14

'Sede santos, porque eu sou santo. Disse o Senhor.' 1Pe 1.16

Igreja do Senhor, não aceitem os modismos inventados pelas mentes e corações vazios. Porém, dêem lugar ao Espírito Santo, o único edificador da Igreja. Louvado Seja o Nome Santo do Senhor!
FONTE: Portal Guia-me

Alinhar ao centro

9 de mai de 2009

Feliz Dia das Mães!


Feliz dia das MAMÃES...Alinhar ao centro
Dona Jô, te amoooooooooooooooooo!...



3 de mai de 2009

JOHN WESLEY - Herói da Fé

Em 28 de junho de 1703 nascia em Lincolnshire, na Inglaterra, o fundador da Igreja Metodista Wesleyana: John Wesley, cuja esposa chamava-se Susanna, era o 12º dos dezenove filhos do reverendo Samuel Wesley, um pároco de Epworth.
Quando completava seis anos, quase perdeu a vida num incêndio à noite, provocado por um grupo de malfeitores. O fogo se alastrava no teto de palha da paróquia onde eles moravam, começando a estilhaçar brasas sobre as camas. Subitamente, Hetty Wesley, um dos irmãos menores, acordou assustado e correu até o quarto de sua mãe. E logo todo mundo estava em pé, tentando conter o domínio das chamas, enquanto a pequena criada, agarrando o bebê Charles nos braços, chamava as crianças para um lugar mais seguro. A essa altura, Twice Susanna Wesley forçava a porta contra as costas, numa tentativa desenfreada de proteger-se.
A família finalmente conseguiu sair de casa e, apavorada, reuniu-se no jardim, pois descobrira que o pequeno Jeckie havia ficado lá dentro dormindo. Voltaram correndo, mas era tarde: a escada estava em cinzas e tornava impossível resgatá-lo. O rapaz chegou até aparecer na janela, porém não podiam segurá-lo, visto que a casa ficava no segundo piso. Todavia, um pequeno homem pulou sobre o largos ombros do pai de Wesley e, num esforço desmedido, conseguiu salvar a criança.
Um Estudante de Cristo
Consequentemente, uma profunda ternura passou a residir no coração de Jackie que, mesmo depois de homem, considerava que havia escapado aquela noite porque Deus tinha um propósito muito especial em sua vida. Várias vezes ele chegou a comemorar este dia em seu diário secreto que escreveu: "Arrancado das Chamas".
Seis anos depois, em Charter House School, Jeckie matriculou-se na Universidade em Oxford, tornando-se um estudante da igreja de Cristo. Quatro anos mais tarde graduou-se em bacharel de artes e em 1726 foi eleito acadêmico do Colégio Lincoln.
Enquanto John Wesley era ordenado ao ministério e ajudava o pai em casa, Charles, o irmão mais novo, organizava em Oxford um pequeno grupo de estudantes para orações regulares, estudos bíblicos e outros serviços cristãos. O Clube Santo, como era chamado, incluía vários integrantes, que, mais tarde, tornaram-se pioneiros de um avivamento, ocorrido no século XVIII, destacando-se, entre outros, George Whitfield.
Obedecendo ao Senhor, John Wesley viajou para colônia em Georgia, como capelão, em 1736. Charles nesta época, era secretário do governador e o piedoso trabalho em Georgia, embora com muitas lutas, teve sucesso mais tarde. O reverendo George Whitfield, depois de visitar a sede do movimento, escreveu: "O eficiente trabalho de John Wesley na América é impressionante. Seu nome é muito precioso entre o povo, pois tem edificado as fundações que, espero, nem homens nem demônios a abalem".
Aprendendo a Confiar
Em contato com German Moravian Christians na América, Wesley questionava sobre as verdades cristãs. Sabia muito bem que o êxito de seus trabalhos estava nas mãos de Deus e, por isso, começou a buscá-lo em oração. Não demorou muito tempo e, em 24 de maio de 1738, acabou encontrando a resposta quando, de volta para a Inglaterra, resolveu registrar tudo quanto acontecera naquele dia: "A tarde, visitando a sociedade em Aldersgate Street, li o Prefácio da epístola aos Romanos na versão de Lutero, cujas palavras tocaram-me profundamente. Senti meu coração bater fortemente. E, desde aquele momento, aprendi a confiar em Cristo como meu Salvador. Estou seguro de que os meus pecados estão perdoados. Me salvei da lei do pecado e da morte". Esta experiência mudou o rumo da vida de Wesley que, a partir daquele momento, passou a ser uma nova criatura, sendo consagrado o maior apóstolo da Inglaterra.
John Wesley começou o trabalho de pregação ao ar livre quando viajava para Bristol a fim de ajudar George Whitfield, que na época era conhecido como o mais eloquente pregador da Inglaterra. Wesley, a princípio, rejeitou a idéia, mas uma vez convencido da vontade de Deus, acabou se tornando mais famoso que Whitfield. Viajava 11 quilômetros por ano. Experimentou os mais cruéis sofrimentos e oposições em toda sua vida. Estava frequentemente em perigo.
Embora fosse sábio e proeminente, o itinerante evangelista era um homem simples e executou muitas obras sociais. As suas poderosas mensagens muito influenciaram a igreja que, no ano de 1739, adquiriu uma sede para o movimento protestante, que crescia vertigiosamente. Comprou uma casa de fundição em ruínas, na cidade de Moofield, e transformou-a num templo. O prédio passou por uma rigorosa reforma que custou, na época, 800 libras (quantia superior ao da compra que foi de 115 libras), mas valeu a pena. Depois de pronta, a capela passou a comportar cerca de mil e quinhentas pessoas.
Era o primeiro edifício metodista em Londres, onde a verdadeira doutrina de Cristo era proclamada. Pessoas sedentas por ouvir a gloriosa mensagem do evangelho cruzavam todos os domingos a escuridão das estradas de Moorfield com lanternas, para ouvir os ensinamentos de Wesley. O prédio dispunha de sala de reuniões, com capacidade para 300 pessoas, sala de aula e biblioteca.
Mais tarde, John Wesley instalou a sua própria casa na parte superior da capela, onde passou a morar com a sua família. Em 1746, abriu um centro de atendimento médico e escola gratuitos, com capacidade para 60 estudantes, contratou farmacêutico, cirurgião e dois professores e, em 1748, alugou uma casa conjugada para refugiar viúvas e crianças.
Muitos foram os patrimônios conseguidos pela igreja durante os 40 anos do movimento metodista em Moorfield, organizada por John Wesley. Entretanto, devido a expiração do contrato imobiliário, a sede teve de mudar-se para um outro lugar.
Próximo dali, em City House, encontrava-se um vasto campo onde jaziam os túmulos de Bunhill Field e o de sua esposa Sussana Wesley. Um lugar de pântanos, recentemente aterrado, onde foi construída a catedral de Saint Paul. Havia também no local algumas pedras de moinho, utilizadas para moer milho trazido do Thames, que era transformado em trigo.
John Wesley alugou quatro mil metros quadrados destas terras em 1777 para construir a nova capela. E, finalmente, em 21 de abril do mesmo ano, sob forte chuva, lançou a pedra fundamental, com a seguinte gravação: "Provavelmente, esta pedra não será vista por algum olho humano, mas permanecerá até que a terra e o trabalho sejam consumados". Naquele dia, Wesley improvisou um púlpito sobre a pedra e pregou em Nm 23.23.
A Recompensa
Em 1 de novembro de 1778, dezoito meses depois, no Dia de Todos os Santos, a capela estava próxima de ser aberta para a adoração pública. Apesar dos ventos das dificuldades (além de ter contraído muitas dívidas, os trabalhadores tiveram as ferramentas roubadas), Deus recompensou grandemente o esforço de Wesley, levantando voluntários dentre os membros. O rei George III, por exemplo, doou mastros de navios de guerra para o suporte das galerias.
Conta a história que um certo dia Wesley ficou de um lado do templo e Taylor, um dos cooperadores do outro, com os chapéus nas mãos, e conseguiram arrecadar 7 libras; o suficiente para a conclusão das obras. Toda a galeria foi coberta com gesso e os bancos de madeira de carvalho, doadas pelas igrejas da América, Canadá, Sul da África, Austrália, Oeste da Índia e Irlanda. As janelas vitrificadas, as impressões no teto foram trabalhados no estilo Adams (réplica antiga), e a casa de Wesley construída num pátio em frente à capela. Estas raridades, depois de reformadas em 1880, no centenário da morte de Wesley, memorizam as epopéias deste bravo soldado de Cristo.
Mesmo depois de velho quase cego e paralítico, John Wesley continuava pregando em City Road e Latherhead. E, quando percebeu que sua vida estava chegando ao fim sentou-se numa cama, bebeu um chá e cantou:
"Quando alegre eu deitar este corpo e minha vida for coroada de bênção, quão triunfante será o meu fim! Eu glorificarei a meu Criador enquanto tenho fôlego; E, quando a minha voz se perder na morte, empregarei minhas forças; em meus dias o glorificarei enquanto tiver fôlego até o fim de minha existência".
Wesley foi enterrado no Jardim-túmulo, em frente à capela em City Road, sob as luzes das lanternas, na manhã de 2 de março de 1791. Morreu com os olhos abertos e balbuciando a seguinte palavra: "Farwell" (adeus). Cerca de 10 mil pessoas acompanharam o funeral. E a lápide até hoje indica o significado histórico: "À memória do venerável John Wesley: o último companheiro do Lincoln College, Oxford..."
Fonte: Revista Obreiro Aprovado (Fev/Mar 1996)

A busca por uma vida bela e uma bela vida. Qual Vida você busca?

Por Pr. Alexandre Farias
A bela vida pode ser representada pela busca do ter, do ser, do possuir, do conquistar, do parecer, do mostrar suas conquistas pelos números, pela multiplicação, pelo índice de vitórias ou pelos seus bens matérias.
Nos tempos bíblicos, a bela vida poderia ser reconhecida pela quantidade de súditos que o rei tinha ao seu dispor, pelos alimentos requintados, pelas vestes, pela quantidade de cavalos e cavaleiro que um reino possuía, pelo manto ou túnica de linho fino usada por alguém.
O grande problema é que a busca da bela vida tira o que a vida tem de bela – os detalhes. Para os que buscam uma bela vida, os pequenos detalhes são desprezados, são pequenos demais para perceber o cuidado de Deus.
A busca incessante pela bela vida pode trazer um desconforto; o desejo de ser mais do que os outros leva o ser humano perder a paz.
A paz pode ser abalada pela busca incansável de se manter no topo, de não perder o seu lugar ao sol.
Esta paz é abalada quando ela só satisfaz apenas o ego pelo querer ter ou ”ser”, pois a cada dia esta felicidade de “ser” mais que os outros se torna mutável, se transforma em outra busca, maior que a anterior, ela se transforma pela visão do outro, pelo que ele possui a mais.
Esta busca não acaba, se transforma em outra busca, não tem fim e retira uma paz que deveríamos ter sem ao menos “ter”.
Talvez, seja por isso que muitos se sentem cansados, desgastados, comidos pela incansável busca do ter ser, seja uma busca material ou ministerial. A inquietude da alma é o pesadelo de não ser.
É por isso que alguns homens e mulheres se sentem esquecidos por Deus, por comparar a presença do Senhor pelas conquistas materiais que possui em mãos. Eles esquecem que o que é conquistado são tesouros que se corroem e perdem o seu valor pelo tempo.
Alguns estão fazendo uma pergunta a cada dia: Se não tenho – eu não sou?
A pergunta que devemos fazer não é esta, mas: O que eu sou?Aquilo que dizem ou aquilo que eu sei que sou?
A benção do Senhor está sobre você, mesmo que você não tenha os bens que o outro tem. Mesmo passando lutas, precisando comprar o remédio na farmácia, arrumando o carro, mesmo que em alguns momentos você não entenda o que está acontecendo.
A benção espiritual nunca é medida pela bela vida. Não fique buscando saber o que o homem diz quem você é, mas saiba que Deus te fez único, incomparável e é Ele que deve dar a opinião de quem é você. Esta é a busca da vida bela – Saber que mesmo na angustia, tribulação, nas condições sociais que você vive – Ele te fortalece e sustenta. O sábio busca uma vida bela, e sua vida não é fortalecida pelo que se vai, mas pela sabedoria (Eclesiastes 7 v19).
A vida bela traz liberdade, não busca o que representa. Ela sobressai pelo conhecimento de quem sou e não pelo que querem que eu seja.
Jó deixou claro que Deus não faz acepção das pessoas e de príncipes, nem estima o rico mais do que o pobre (Jó34v.19).
Se a riqueza representa a bela vida, talvez ela também represente a escravidão. Quem busca a bela vida se torna escravo todos os dias do mutável conceito da sociedade do que é – uma bela vida.Se perder suas posses, o seu cargo, o seu posto de autoridade retira a sua paz, você não possui a paz que Jesus prometeu, parafraseando as palavras de Jesus : “Não vou dar a vocês uma paz que o mundo dá, mas uma outra paz .” (João 14 v.7).
Pensando nestas palavras, se o homem se acha em paz com o que ele se julga ser, esta paz é apenas passageira e não o leva ao verdadeiro sentido da paz de Cristo, pois o que somos hoje, pode deixar de ser, amanhã.
Repito: A vida bela é vivida por aquele que não se preocupa com o que o homem acha que ele é, o que a sociedade acha quem ele é, mas aquilo que Deus diz quem ele é.
A vida bela não se faz transparecer pela demonstração de santidade em público. Jesus mesmo disse: “E, quando orardes, não sejais como os hipócritas; pois gostam de orar em pé nas sinagogas, e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam a sua recompensa (Mateus 6 v. 5).”
A bela vida recebe sua recompensa aqui, mas a Vida bela busca apenas a misericórdia de Deus. A recompensa é apenas um fruto do que se produz e possui valor nos detalhes.
A vida bela nos torna único, nos faz reconhecer que a vontade de Deus para 2009 pode ser aquilo que eu sonhei ou não sonhei, mas o que importa é estar no centro da vontade de Deus.Não é pecado buscar o melhor da vida, mas quando este melhor é o único objetivo que se tem – ele se torna pecado, do mesmo calibre do adultério.
A vida bela faz olhar os momentos de livramento, reconhecer uma oração sincera de agradecimento, a adoração verdadeira.
O verdadeiro cristão não corre atrás de uma bela vida, mas olha para os detalhes de uma vida bela.
A preocupação da bela vida está no que os outros vão pensar se eu chegar de fusca na igreja, se eu disser que estou doente, se amanhã eu precisar de uma cesta básica - o que vão dizer! Mas a bela vida só se preocupa em agradecer pelo livramento destes momentos.
A vida bela é saber viver como Paulo – “Não digo isto por causa de necessidade, porque já aprendi a contentar-me com as circunstâncias em que me encontre. Sei passar falta, e sei também ter abundância; em toda maneira e em todas as coisas estou experimentado, tanto em ter fartura, como em passar fome; tanto em ter abundância, como em padecer necessidade (Filipenses 4 v. 13)” .
O cristão que busca uma bela vida usa o “Posso Todas as Coisas naquele que me fortalece” para buscar mais e mais a cada dia, se sente acima da lei e de todos os que também podem ainda ser alcançados pelo sacrifício vicário da Cruz, mas não reconhece que estas palavras de Paulo nos orienta que Deus nos sustenta na adversidade da vida.
Qual é o seu objetivo em 2009 ?
Buscar a bela vida ou ter uma vida bela?

ANDRÉ VALADÃO - Nascimento do seu filho LORENZO

1 de mai de 2009

A feia que encantou a Grã-Bretanha.

Escocesa surpreende e alcança o sucesso ao participar de show de talentos
Estabanada para falar e andar, ela subiu ao palco metida em um vestido bege quadradão. E logo o público reparou na papada flácida, nas sobrancelhas de dois dedos, no cabelo sem corte. Quando revelou aos jurados ter 47 anos, provocou uma gargalhada coletiva – parecia ter, no mínimo, 15 anos a mais.
O que se esperava ver a seguir, quando a escocesa Susan Boyle começaria a cantar no programa de TV Britain’s Got Talent (uma mistura de show de calouros com o extinto Ídolos), da Grã-Bretanha, era um vexame cabal. Os três jurados, à frente do auditório, ainda mantinham o olhar de repulsa quando Susan entoou a primeira nota de I Dreamed a Dream, interpretada por Elaine Page no musical Les Misérables. Espanto geral: no terceiro verso, o público já aplaudia de pé.
Com uma voz poderosa e impostação perfeita, Susan – uma desempregada que mora com um gato e diz jamais ter sido beijada – comoveu a plateia e deixou o júri boquiaberto. A apresentação ocorreu no último dia 11 e, desde lá, vem rendendo repercussões dignas de fenômeno pop. Um dos vídeos que reproduzem a performance, no site YouTube, computava até sexta-feira mais de 19 milhões de acessos.
Enquanto a aparência de Susan remete à caricatura, o talento da mulher parece lapidado com minúcia. Ao se apresentar no programa de TV americano Today Show, na semana passada, Susan fez a apresentadora Kathie Lee Gifford cair no choro. Na quarta-feira ela cantou de sua casa, em um vilarejo na Escócia, para o tradicional Good Morning America, com audiência média de 5 milhões de espectadores. Mas o ápice veio com o recente convite de Oprah Winfrey para que Susan compareça a seu programa, um dos mais populares dos Estados Unidos.
– Foi uma semana realmente bastante agitada, eu não esperava esse tipo de reação. É estranho começar assim, mas gosto dessa atenção e poderia me acostumar a ela – disse a cantora em entrevista.
Para completar, Susan coleciona elogios de celebridades. O casal de atores Demi Moore e Ashton Kutcher se derreteu ao falar dela no site de relacionamentos Twitter. Após assistir à apresentação no Britain’s Got Talent – que pagará o equivalente a R$ 325,2 mil ao vencedor –, o galã escreveu que Susan “me fez ganhar a noite”. Demi replicou jurando que “ela me fez chorar”.
Criador e jurado do programa, Simon Cowell – um influente executivo da indústria fonográfica britânica –, acredita que um disco da escocesa alcançará o topo da lista dos mais vendidos nos Estados Unidos. Curiosamente, Cowell foi o mais debochado quando deparou com a figura de Susan antes da apresentação. Sobre o precipitado julgamento, ela ensina:
– Eu já esperava que as pessoas se mostrassem um pouco céticas, mas decidi vencê-las pelas beiradas. Eu nunca havia tido uma chance. Você precisa dar um passo de cada vez, e um dia vai conseguir.
Assista aqui:
 
©2009 ** Por ADILINHA